sexta-feira, 1 de novembro de 2013

A CASA CAIU - Publika Brasil investigada pelo estado de São Paulo, contra crime de piramide

Desta fez o alvo ta sendo a empresa que se diz trabalhar de forma de Marketing Multinível está sendo alvo de investigação pela Justiça brasileira. A decisão sobre investigação vem do Poder Judiciário do Estado de São Paulo, Comarca de Sorocaba, Vara da Fazenda Pública, determinando o bloqueio da recém lançada Publika Brasil.
A decisão pode ser confirmada através do Ofício n.º 006120251405-000-013, datado de 31 de outubro de 2013, assinado pelo juiz de Direito Dr. JOSÉ CARLOS METROVICHE, que determinou a retirada do sítio eletrônico www.publikabrasil.com.br, nos termos das decisões de fls. 104/104 e 115 dos autos em epígrafe, no âmbito da Ação Civil Pública/Lei Especial contra a empresa Publika Brasil. e outros. 
Tentamos entrar em contato com a empresa para direito de resposta e a mesma não respondeu nossos emails.
Empresa alega ter sustento porem todo o sustento e decorrente de internet, e vem divulgando que garante dinheiro das pessoas em 3 meses.
Todos sabem que para ser ter participação em cota, e preciso receber um contrato prévio e somente ai efetuar algum tipo de pagamento para se prevenir.
O MP de são paulo alega que isso é crime contra a economia popular pois a mesma vem arrecadando dinheiro, dizendo ter sustento porem, nada funciona para tal.
O MP de são paulo, alega que um sistema parecido já foi bloqueado pela justiça, a priples, trabalha do mesma forma porem, a publika brasil garante retorno de 60% do valor investido, sendo 40% em dinheiro e 20% em produtos, e paga 30% do valor de adesão desta forma a empresa não tem menor chance de sustento, pois com um retorno de 40%+30% = 70% do valor quando indica um novo cotista, a empresa só se sustenta através de adesões.

Tentamos efetuar compra na loja virtual e não conseguimos.
Classificados da empresa não se compara a outros pela internet grátis, alem do mais a procura para anunciar no classificados e pequena conforme o link: http://www.publikabrasil.com.br/classificados

Entramos em contato com o escritório Escritório de Advocacia De Paula Santos, para
verificar a parceria e o mesmo foi constatado que somente fazem serviços esporádicos para a empresa, não havendo parceria firmada em papel.  

Enviamos email para saber como anunciar no portal e o mesmo não respondeu.
Ora o principal objetivo da empresa mídia online mais nem email para vendas eles respondem.

Muitas empresas bloqueadas no âmbito de uma força tarefa coordenada pelos Ministérios Públicos de todo país, que pautadas em meros indícios de crime contra a economia popular, neutralizam sonhos de milhões de brasileiros.

Maiores informações a qualquer momento.

Via AcreNoticias

quinta-feira, 11 de julho de 2013

A CASA CAIU - Empresa é acusada de praticar pirâmide financeira, considerada crime no Brasil


Empresa é acusada de praticar pirâmide financeira, considerada crime no Brasil. 

BBom: faturamento passou de R$ 300 mil para R$ 100 milhões em três meses

Naiara Infante Bertão
Empresa de rastreamento BBOM
Empresa de venda de aparelhos de rastreamento BBom tem bens bloqueados pela Justiça (Divulgação)
A Embrasystem, conhecida pelos nomes fantasia 'BBom', 'Unepxmil' e 'BBrasil Organizações e Métodos', e todos os seus sócios-proprietários tiveram seus bens congelados nesta quinta-feira, em investigação de prática de crime financeiro. A juíza substituta da 4ª Vara Federal de Goiânia, Luciana Laurenti Gheller, acatou pedido enviado pelo procurador Hélio Telho, do Ministério Público Federal de Goiás.
Foram congelados cerca de 300 milhões de reais e a transferência de quase cem carros, dos quais duas Ferraris, um Rolls Royce e quatro Lamborghinis. Um dos fatos que mais chamou a atenção na investigação é o rápido aumento do faturamento da Embrasystem: subiu de 300 mil reais em 2012, antes da criação da operação BBom, em fevereiro deste ano, para receita líquida de 100 milhões de reais em três meses, segundo o procurador Hélio Telho, responsável pela investigação.
Em nota, a juíza explicou que foram identificados "robustos indícios" de que o modelo de negócios operado pela empresa BBom se trata, na verdade, de uma pirâmide financeira, prática proibida no Brasil e que configura crime contra a economia popular. Assim, para evitar que novas pessoas entrem no negócio e assegurar que haja patrimônio para indenizar os indivíduos lesados, a Justiça decidiu bloquear os bens da empresa e de seus sócios, alegando que a firma corre o risco de falência pela insustentabilidade do negócio.
"A indisponibilidade de bens requerida pelo Ministério Público Federal busca evitar a dilapidação do patrimônio da empresa, de modo a possibilitar futuro ressarcimento aos consumidores lesados", avaliou a juíza. Ainda não se sabe ao certo, mas estima-se que a rede já possua quase 200 mil participantes.
No esquema denominado “pirâmide financeira”, os participantes são remunerados somente pela indicação de outras pessoas para o sistema, sem levar em consideração a real venda de produtos. "Não há, nesse caso, sustentabilidade do negócio, pois se funda unicamente nos pagamentos realizados pelos associados", disse a juíza no comunicado. Além disso, ela alerta que, em dado momento, o esquema se torna matematicamente impossível, diante da dificuldade em se atrair novos participantes. Com isso, os associados mais novos são lesados.
Esquema - No caso da BBom, os interessados em participar eram obrigados a pagar uma taxa de cadastro de 60 reais e de um valor de adesão que variava dependendo do plano escolhido: o plano bronze era de 600 reais, o prata de 1.800 reais e o ouro de 3.000 reais. O dinheiro, conforme alegava a empresa, que promovia até palestras para promover o esquema no Brasil, seria usado para a compra de rastreadores. Cada associado era obrigado a comprar quatro rastreadores, no mínimo, sendo que um ficava para si mesmo, sob o pagamento de uma mensalidade de 80 reais - e os outros três seriam alugados pela própria BBom a terceiros.
Para atrair o associado, a BBom prometia que aquele que investisse 3.000 reais, por exemplo, teria um rendimento sobre o aparelho alugado a terceiros, além de uma porcentagem se convidasse outras pessoas para se juntar ao grupo. Assim, quanto mais participantes o associado conseguiria trazer para a rede, maior era a premiação prometida. "Quando não tiver mais gente para entrar, o fluxo de dinheiro se interrompe e os mais novos participantes são prejudicados", explica Telho. "Esses aparelhos não eram nem homologados pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações)", completa. 
Negócio de fachada - A BBom alegou à Justiça que pratica marketing multinível, ou o chamado marketing de rede. Contudo, nesse tipo de negócio, o faturamento é calculado sobre as vendas dos produtos e não sobre o investimento. Exemplos de marketing multinível são os praticados por empresas de cosméticos como Natura e Avon, o que é considerado um negócio sustentável. "O dinheiro dos novos entrantes era direcionado para pagar o lucro dos que entraram primeiro, daí o nome de pirâmide. Esse tipo de negócio é insustentável no longo prazo", explica o procurador Hélio Telho.



Bbom Unepx a fralde revelada CUIDADO TODA VERDADE SOBRE A - BBOM

domingo, 21 de abril de 2013